segunda-feira, 28 de julho de 2008
Guinada
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domingo, 27 de julho de 2008
Aleatoriamente
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sexta-feira, 25 de julho de 2008
Para Pedro Lopes
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Interno e externo
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
O jogo
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sábado, 19 de julho de 2008
Uma história pra contar
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quinta-feira, 17 de julho de 2008
Eu me nego
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
Fragmento de um sonho
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terça-feira, 15 de julho de 2008
Dois de carne, por favor
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sábado, 12 de julho de 2008
Rédeas
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sexta-feira, 11 de julho de 2008
O pânico
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Conversas espelhadas
Estava lendo um blog, o Haute Intimitè - que é muito bom por sinal, e li algo que me abalou completamente. É da francesa Anaïs Nin, provavelmente parte do texto que inspirou o filme Henry &June.
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Le Café
E foi o tudo.
O que já havia começado foi um parto. Nunca imaginei que conseguiria dizer as coisas que queria. Foi como se a cada frase, um elefante saísse caminhando de dentro de mim com umas toneladas a menos. Dizer o que sentia me fez bem, principalmente porque me fez desaguar e me deu uma certa sensação de limpeza interna. Algumas convivências são diferentes e especiais em seu próprio modo. Essa, em particular, me faz “parir” uma sensação nova com certa freqüência e ao mesmo tempo que isso é muito bom, me faz conviver com os fantasmas que não me deixam. Incrível como descobrimos que não conhecemos muito da gente e quando pensamos que estamos entendendo algo, é apenas o início do quebra-cabeças.
Voltemos ao café.
Ele havia sacado o lance em apenas algumas palavras e nunca vou esquecer aquele gesto numa mesa de canto daquele café. Ele foi bem na mira e teve olhos pra enxergar o que eu não via. Certeza não há, mas que parece ser, parece! Talvez as pessoas não se sintam assim, tão grandiosas como achamos que elas sejam. Talvez sejam apenas marionetes delas mesmas.
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segunda-feira, 7 de julho de 2008
In their shoes
Ter que provar quem você é e o seu valor pras pessoas a sua volta já pe cansativo, imagine o resto. Assistindo a esses seriados que não deixam de ser babacas, eu me entupo ainda mais de sonhos e frustrações daquilo que nunca fui e que talvez nunca seja. Eu me pego pensando como será que é ter a vida de uma Lauren Conrad, por exemplo, porque se eu fosse ela, eu acho sinceramente que teria conseguido ainda mais. Uma menina dessas nasceu com a "bunda virada pra lua" como dizem por aí. Natural da Califórnia, família rica, bonita, com a MTV fazendo de sua vida um reality show e ainda por cima, consegue um estágio na Teen Vogue. O que mais ela pode querer?
Eu queria que essa sensação de que meu lugar não é aqui passasse. Me sinto assim há muito, muito tempo e a conexão que tenho com os Estados Unidos é inexplicável. Lá eu me sinto em casa, por incrível que pareça. Então, eu fico vendo esses seriados e viajando na maionese feito uma tonta. Eu sei que vou ter que dar a cara a tapa novamente, que vou ter que me preparar e correr a maratona pela terceira vez e que isso vai levar ainda mais tempo, mas eu espero, sinceramente, que dessa vez eu consiga o que venho tentando há tantos anos porque acredite, uma hora, tudo cansa.
Sabe o que eu queria? Eu queria ser americana, loira, de olhos claros, bem magrinha, daquelas que come o dia inteiro e não engorda uma grama e ainda emagrece se passa nervoso; queria ter uma família rica, uma mercedes conversível, várias bolsas de grife, uma gaveta com pelo menos 20 óculos de sol de marca gigantescos, um closet abarrotado de roupas do tamanho do meu quarto atual e todas size 4, uma parede com mais de 100 pares de sapatos, toda a maquiagem do mundo que eu amo, mais de 50 vidros de perfumes e muitos cremes, uma banheira gigantesca pra eu poder relaxar; queria ter todos os caras mais populares no meu pé e poder dispensar todos porque no momento "eu estaria de boa"; ir pra faculdade na UCLA; morar em Hollywood e passar as férias em Miami Beach e agir como se eu fosse realmente a única bolacha do pacote. Tudo isso por um final de semana. Sabe por quê? Só pra saber se elas são tão felizes quando eu penso ou pra ver se minha vida é tão patética quanto eu acho que é. Aí, então, talvez eu entendesse a matemática da vida e me conformasse.
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domingo, 6 de julho de 2008
Indignação
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sexta-feira, 4 de julho de 2008
Bobeirinhas
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In my shoes
Eu fui, mudei, escrevi.
Achei pesado demais, tirei e excluí, como se tirando daqui fosse tirar também de dentro de mim. I wish!
Porque se você calçasse os meus sapatos, saberia como é estar em meu lugar.
Capiche?
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